As autoridades não precisam mais da urina para detectar o consumo de drogas: agora eles analisam o seu esgoto. Calma, não é nenhuma invasão de privacidade. O objetivo não é achar usuários, mas medir o consumo de drogas nas cidades brasileiras. A ideia começou a ser testada em 2010, quando se calculou que o consumo de cocaína de Brasília é de 0,4 grama por habitante por ano. Agora, o químico Rafael Feitosa descobriu que na região norte da capital federal se usa uma quantidade da droga duas vezes maior no fim de semana do que nos outros dias.
O trabalho é a tese de mestrado de Rafael e faz parte de uma parceria entre pesquisadores da Polícia Federal e da Universidade de Brasília para medir o consumo de drogas objetivamente, ou seja, calculando de fato o quanto de droga sai da população para o esgoto, em vez de simplesmente fazer estimativas baseadas no percentual de usuários. Mas como se faz essa conta?
“Sabe-se que 45% da cocaína que entra no organismo é convertida em benzoilecgonina. Nossa análise mede a concentração dessa substância, como os testes de urina”, explica Fernando Sodré, orientador de Feitosa. A diferença é que, nesse caso, as amostras têm concentrações muito menores do rastro de cocaína e muito maiores de, digamos, matéria orgânica. “Fazendo a dosagem da água que chega em cada estação de tratamento da cidade, temos um retrato fiel de cada região.”
O consumo de cocaína em Brasília é alto, comparado com o dos outros países em que a técnica foi empregada (ver quadro ao lado). Mas agora os pesquisadores querem fazer o mesmo em outras cidades. Outra parte do mestrado de Feitosa tratou de investigar a conservação das amostras de esgoto, para que elas possam ser enviadas de qualquer lugar do país para análise dos peritos. E o próximo passo da parceria é usar a técnica para medir também o consumo de anfetaminas e maconha.
Pai Nosso - Um dia, em certo lugar, Jesus rezava. Quando terminou, um de seus discípulos pediu-lhe: “Senhor, ensina-nos a orar como João ensinou a seus discípulos”. È em resposta a este pedido que o Senhor confia a seus discípulos e à sua Igreja a oração cristã fundamental, o Pai-Nosso. Pai Nosso que estais no céu... - Se rezamos verdadeiramente ao "Nosso Pai" , saímos do individualismo, pois o Amor que acolhemos nos liberta (do individualismo). O "nosso" do início da Oração do Senhor, como o "nós" dos quatro últimos pedidos, não exclui ninguém. Para que seja dito em verdade, nossas divisões e oposições devem ser superadas. É com razão que estas palavras "Pai Nosso que estais no céu" provêm do coração dos justos, onde Deus habita como que em seu templo. Por elas também o que reza desejará ver morar em si aquele que ele invoca. Os sete pedidos - Depois de nos ter posto na presença de Deus, nosso Pai, para adorá-lo...