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Deus te procura sempre!

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O catequista e o anúncio Jesus Cristo

Num encontro com catequistas uma jovem me fez a seguinte pergunta: o que afinal é a catequese? Para que existe catequese na Igreja? E percebi que a dúvida não era somente dela. Havia catequistas já bem "antigas" que pareciam um tanto perplexas com a questão colocada. E me olharam esperando a resposta.  A catequese, dizendo de maneira mais simples, existe para anunciar o amor de Deus revelado em Jesus Cristo. A catequese não é outra coisa senão o anúncio da vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Para muitos catequistas o anúncio de Jesus Cristo ainda não é o centro do itinerário catequético. Na lista de conteúdos com crianças, por exemplo, encontramos longa lista de temas sobre como sacramentos, mandamentos, profetas etc. Não que não sejam importantes, mas para o anúncio de Jesus é destinado dois ou três temas. O itinerário catequético tem como objetivo anunciar o nascimento, vida, morte e ressurreição de Jesus. Ele é o centro da vida cristã. Não podemos perder de vista…

Onde você estava enquanto eu sofria?

Amizade é caridade em serviço...




A companhia e o companheirismo devem estar a serviço de um para o outro, conforme a caridade do sentir que unem dois amigos, quem sabe um grupo destes. Mas o que a nossa realidade enxerga é diferente.


Vivemos em tempos difíceis, em núcleos segmentados, descontinuados. Somos somente aquilo que precisamos ser, sem nos preocupar com a continuidade dos fatos, com o alimento que envolve e faz crescer, durar ou torna válido qualquer sentir. O amor é traduzido em amizade quando admiração e cuidar perfilam-se e de mão dadas criam este sentimento que é rico em doação e caridade.


E nas adversidades? Estou preparado para ser o amigo que preciso ser?


Quando as “noites traiçoeiras” caem sobre nós, onde estão nossos amigos? É preciso ter dom para ser amigo, e ter certeza que muitos te escolhem mesmo que você nem perceba.

Quando alguém bater-te à porta do coração, com lágrimas no olhar e sorriso torto, deixe-o entrar com o mesmo cuidado com que tratas uma criança assustad…

Quem eram?

Tradução em português do site: Early Christians




Forum romano


1. “Parte do mundo do seu tempo”

Os primeiros cristãos consideravam-se parte integrante do seu próprio mundo: “o que a alma é para o corpo, isso é o que os cristãos são para o mundo” (Epístola a Diogneto) .

Não se distinguiam dos outros homens do seu tempo, nem pelas suas roupas, nem pelas suas insígnias, nem por terem uma cidadania diferente.

Cada um dos primeiros cristãos ocupava um lugar na estrutura social do seu tempo, o mesmo que tinha antes de se converter. Se era escravo não perdia a sua condição ao tornar-se cristão apesar da sua vida adquirir uma dimensão sobrenatural. Essa atitude cristã leva a uma grande abertura para assimilar os valores positivos, que existiam no paganismo. Assim comentará S. Justino dos pensadores pagãos: “quanto, pois, de bom está dito em todos eles, pertence-nos a nós, os cristãos”. (cfr. Enciclopedia GER, Cristianos, Primeros II. Espiritualidad)


2. “A vida que levam não tem nada de estranho”

“Os c…

MENSAGEM DO PAPA PARA A QUARESMA 2019

“Converter-nos para fazer da criação um jardim, não um deserto”.

“Queridos irmãos e irmãs, a quaresma do Filho de Deus consistiu em entrar no deserto da criação para fazê-la voltar a ser aquele jardim da comunhão com Deus. Que a nossa Quaresma seja percorrer o mesmo caminho, para levar a esperança de Cristo também à criação”.


O cuidado com a Casa Comum inspirou a mensagem do Papa para a Quaresma.



“A criação encontra-se em expetativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de Deus”. (Rm 8, 19).



Queridos irmãos e irmãs!


Todos os anos, por meio da Mãe Igreja, Deus “concede aos seus fiéis a graça de se prepararem, na alegria do coração purificado, para celebrar as festas pascais, a fim de que (…), participando nos mistérios da renovação cristã, alcancem a plenitude da filiação divina” (Prefácio I da Quaresma). Assim, de Páscoa em Páscoa, podemos caminhar para a realização da salvação que já recebemos, graças ao mistério pascal de Cristo: “De facto, foi na esperança que fomos salvos” (Rm 8,…

Crime de amor

Ele estava caminhando, sorridente, despreocupado e pam! Cai duro, morto. Ataque fulminante.


Familiares e amigos choram, mas Deus é quem faz a Justiça: ou irá para o Céu ou para o inferno eterno. Nós aqui na Terra, estamos presos uns aos outros, por laços afetivos de parentescos ou amizade e perder um ente querido nos causa dor.


Porém Deus ama as pessoas menos do que nós? Claro que não. Deus ama o ser humano infinitamente mais do que nós, porém sendo infinitamente Justo, dá ao homem inúmeras oportunidades de salvação, mas este, pelo livre arbítrio, muitas vezes despreza as graças recebidas e escolhe o mau caminho. Por sua livre opção, por ter o livre arbítrio, o homem pode escolher amar a Deus ou odiá-lo. E não é raro a escolha de odiar a Deus.


O laço que une Deus aos homens, não é um laço sentimental ou romântico, mas um laço de Justiça, de Criador para criatura. Deus nos deu os dez mandamentos para seguirmos e os meios da salvação. Deus nos ama mais do que todos, e quer nos dar a vida …

mística do encontro no cotidiano

ESPAÇO FAMILIAR: tempo de enraizamento                                         mística do encontro no cotidiano “Jesus desceu então com seus pais para Nazaré...” (Lc 2,51).  Nazaré é a escola do Filho de Maria, rodeado de gente comum, com sua paisagem natal, sua linguagem, seu modo pessoal de ser e viver, sua conduta, sua fé...  Na “vida oculta em Nazaré” encontramos os “nomes” e “verbos” nos quais Deus falou em Jesus e onde continua nos falando hoje. Ali Ele se faz “um entre tantos”, vizinho com os vizinhos, trabalhando com os que trabalhavam, acolhendo a vida cotidiana em toda sua riqueza e limitação. Ele é “o filho do carpinteiro”. Para Jesus, Nazaré é um tempo de aprendizagem: olha, escuta, observa tudo o que acontece nesta escola do cotidiano. Exercício de preparação diante das urgências do Reino. “Tempo de enraizamento...”. Jesus conheceu a dor real do povo, na escola do Pai, que é a escola da vida humana, em contato com as necessidades dos mais pobres e excluídos, em solidarie…