Pular para o conteúdo principal

A coerência da fé e a incoerência da maçonaria


É sempre salutar recordarmos que a Igreja Católica de forma alguma compactua com a maçonaria ou tem algum tipo de relação com ela. São duas extremidades diferentíssimas. Fiquemos atentos às advertências daquela que é nossa Mãe e Mestra, sobretudo mediante a epidemia de missas que tem sido celebradas em prol da maçonaria.


E lembrando o que escrevera o Sumo Pontífice Clemente XII na Sua Bula In Eminenti Apostolatus Specula,



“Deste modo, Nós ordenamos precisamente, em virtude da santa obediência, que todos os fiéis de qualquer estado, grau, condição, ordem, dignidade ou preeminência, seja esta clerical ou laica, secular ou regular, mesmo aqueles que têm direito a menção específica e individual, sob qualquer pretexto ou por qualquer motivo, devam ousar ou presumir o ingresso, propagar ou apoiar estas sociedades dos citados Liberi Muratori ou Franco-maçons, ou de qualquer outra forma como sejam chamados, recebê-los em suas casas ou habitações ou escondê-los, associar-se a eles, juntar-se a eles, estar presente com eles ou dar-lhes permissão para se reunirem em outros locais, para auxiliá-los de qualquer forma, dar-lhes, de forma alguma, aconselhamento, apoio ou incentivo, quer abertamente ou em segredo, direta ou indiretamente, sobre os seus próprios ou através de terceiros; nem a exortar outros ou dizer a outros, incitar ou persuadir a serem inscritos em tais sociedades ou a serem contados entre o seu número, ou apresentar ou a ajudá-los de qualquer forma; devem todos (os fiéis) permanecerem totalmente à parte de tais Sociedades, Companhias, Assembléias, Reuniões, Congregações ou Convenções, sob pena de excomunhão para todas as pessoas acima mencionadas, apoiadas por qualquer manifestação, ou qualquer declaração necessária, e a partir da qual ninguém poderá obter o benefício da absolvição, mesmo na hora da morte, salvo através de Nós mesmos ou o Pontífice Romano da época”.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Costumes Matrimoniais nos Tempos Bíblicos: Casamento, Levirato, Violações do Casamento, Pessoa solteira e Divórcio"

Nos tempos bíblicos, o primeiro passo no casamento era dado pelo homem ou por sua família (Gênesis 4:19; 6:2; 12:19; 24:67; Êxodo 2:1). Geralmente, as famílias do casal faziam o arranjo do casamento. Assim Hagar, como chefe da família "o casou [Ismael] com uma mulher da terra do Egito" (Gênesis 21:21). Estando Isaque com quarenta anos de idade, era perfeitamente capaz de escolher sua própria esposa (Gênesis 25:20); no entanto, Abraão mandou seu servo a Harã a fim de buscar uma esposa para Isaque (Gênesis 24). Abraão deu ao servo duas ordens estritas: A noiva não podia ser cananeia, e devia deixar o lar paterno para viver com Isaque na Terra Prometida. Em circunstância alguma devia Isaque voltar a Harã para viver de acordo com o antigo modo de vida da família. O servo de Abraão encontrou a orientação do Senhor em sua escolha (Gênesis 24:12-32). Então, segundo o costume da Mesopotâmia, ele fez os arranjos com o irmão e a mãe da moça (Gênesis 24:28-29, 33). Ele selou o acordo …

SUPORTAI-VOS UNS AOS OUTROS...

Muitas vezes tive que ouvir ou ler interpretações estranhas deste apelo que o Apóstolo Paulo faz à comunidade cristã que vivia em Colossos. Dizem que havia problemas e divisões tão graves dentro da comunidade, que Paulo já nem pode dizer-lhes “Amai-vos uns aos outros!”, mas se fica pelo apelo a que todos se aturem o melhor possível.
“Suportai-vos uns aos outros” não significa “Aturai-vos!”, mas antes “Sede o suporte uns dos outros!” É um apelo à comunhão mais profunda, à solidariedade mais consequente, à presença mais fraterna!

As comunidades de discípulos de Jesus devem nascer da escuta do Evangelho proclamado como um grito pascal que abre as pessoas à Esperança, ao desejo de uma Alegria maior e de uma  Liberdade duradoura...

No centro destas comunidades deve estar a experiência de Deus descoberto progressivamente no encontro com o Jesus dos evangelhos, no encontro com os irmãos, no discernimento dos acontecimentos quotidianos e na celebração  da Vida.
Deve tornar-se um espaço de partilh…

Moringa, uma planta com imensos benefícios

Se ainda não ouviu falar da moringa, vai, neste artigo ficar a conhecer uma planta com bastantes benefícios para a saúde e o bem-estar do corpo. Moringa (Moringa oleifera) é uma planta de origem tropical ainda pouca conhecida na Europa, embora o seu uso como suplemento dietético comece pouco a pouco a estender-se. Um número cada vez maior de estudos científicos associam a ingestão de moringa em pó com inúmeros benefícios para a saúde, como a melhoria da pressão arterial, da glicose, a redução do colesterol, entre os outros. A árvore da Moringa Oleifera atinge uma altura de 7-12 metros é, originária das zonas próximo do Himalaia (Índia e Paquistão), e muito popular em países tropicais e subtropicais da África, Ásia (Filipinas, Camboja), América do Sul e Central e no Havaí, onde também é cultivada. Moringa – um potencial suplemento dietético A árvore de Moringa vem sendo usada ao longo dos tempos como uma planta medicinal. Sendo por isso conhecida como árvore milagrosa. Todas as partes …